A Alma Rubro-Negra no Amarelo da Seleção: O Orgulho que Transborda!
Quando a Nação empresta seus filhos para o Brasil, o Maraca inteiro torce. E Ancelotti que se vire com essa paixão!
Você, torcedor, você que respira Flamengo, que sente o cheiro da pólvora do Maracanã em dia de jogo grande, sabe bem o que é ver um filho da Nação vestindo a camisa amarela. É um arrepio que percorre a espinha, um orgulho que incha o peito e nos lembra que o nosso Flamengo não é só um clube. Não. É uma usina de talentos, uma fornalha de craques que brilham para o Brasil e para o mundo. É a religião que nos move, e quando nossos guerreiros de vermelho e preto se juntam aos demais, a gente para, respira fundo, e a esperança se renova, a crença de que algo grandioso está por vir.
E foi exatamente isso que sentimos ao ver Léo Pereira, nosso zagueiro, nosso xerife do Maraca, entre os convocados do mestre Ancelotti. Uma alegria, uma constatação de que o trabalho, o empenho sob o Manto Sagrado, realmente dá frutos. Ele estava lá, você viu. Nosso Léo, com a cara de quem representa milhões. Mas aí o futebol, ah, o futebol... tem seus caminhos tortuosos. O professor italiano, em seus testes para montar a defesa que vai nos defender na Copa do Mundo, precisou ajustar. E Léo, nosso guerreiro, cedeu a vaga a nomes como Marquinhos e Gabriel Magalhães. É do jogo, sim. Competição. Entendemos. Mas o que importa é que o nome de Léo Pereira, o nome do Flamengo, esteve lá, brilhando, mostrando que a qualidade que temos aqui, na Gávea, é de Seleção. O pedigree, a raça, o sangue rubro-negro, esses não saem. Nunca.
Mas a história, você sabe, é escrita em capítulos. E enquanto um filho da Nação vive a disputa acirrada, outro, uma cria que jamais esqueceremos, que carrega o DNA do Mais Querido em cada drible, em cada passe, surge com força. Lucas Paquetá! O mesmo Ancelotti, que busca as melhores peças para a nossa Canarinho, parece ter encontrado no nosso antigo camisa 10, no menino que saiu do Ninho do Urubu para encantar o mundo, a peça que faltava no meio-campo. Ele testou. E tudo indica que Paquetá, o moleque que fez o Maraca vibrar tantas vezes, que sentiu o peso do Manto Sagrado antes de muitos, pode iniciar a partida contra o Egito como titular. Ah, Nação, não tem como não se emocionar! Ver um dos nossos, mesmo longe do Ninho, pavimentando seu caminho na Seleção, é um atestado de que o que fazemos por aqui é diferente. É especial.
Ancelotti segue trabalhando, você sabe, buscando a fórmula mágica. E enquanto ele mexe suas peças, nós, o povo rubro-negro, continuamos de olho, acompanhando cada passo desses atletas que, antes de tudo, são nossos. E é neste sábado, às sete da noite, que o Brasil, com um pedaço do Flamengo em campo, entra em campo contra o Egito lá nos Estados Unidos. Uma oportunidade para ver como esses testes se consolidam, para torcer, para gritar o nome dos nossos, para sentir mais uma vez que o Flamengo, o Maior do Brasil, está presente em cada canto, em cada jogada, em cada suor derramado por essa camisa.
Porque o Flamengo, meu amigo, é maior que qualquer escudo. É um sentimento que transborda as fronteiras do clube, que alcança o campo internacional, que se manifesta na força de seus filhos. E que esses guerreiros, seja o Léo Pereira lutando por seu espaço ou o Lucas Paquetá reencontrando seu brilho na Amarelinha, saibam que a Nação, esta Nação que vibra com cada um de vocês, jamais os abandonará. O vermelho e preto que corre em nossas veias é o mesmo que pulsa quando vemos o verde e amarelo, se ele tiver um pedacinho do Mengão lá dentro. É o orgulho eterno. É o Flamengo. Sem mais.